A 8º Conferência Estadual dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Ramo Financeiro foi realizada nos dias 15 e 16 de julho de 2006 – sábado e domingo, no Hotel Embaixador, em Porto Alegre/RS. A Conferência contou com a participação de 432 delegados(as), sendo 322 homens e 110 mulheres.

 

            No dia 15 pela manhã foi realizada a 1ª plenária conjunta, com a solenidade de abertura e o painel “Campanha Salarial dos Bancários e Conjuntura Econômica”, por  Murilo Francisco Barella, Técnico do DIEESE Subseção CONTRAF-CUT e por Ricardo Franzói, Diretor Técnico do DIEESE – Seção RS.  À tarde foram realizados encontros especificos do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Privados e Banrisul, nos quais foram discutidas  as pautas específicas de cada banco.

            No dia 16 foi realizada a 2ª  plenária conjunta que aprovou as seguintes resoluções:

           

I – CONJUNTURA

 

A CONJUNTURA NACIONAL E AS ELEIÇÕES

 

Para impedir o retrocesso e avançar nas mudanças

 

A vitória de 2002

 

A vitória eleitoral em 2002 foi o ponto alto de décadas de lutas das forças políticas e sociais progressistas brasileiras. Foi o desaguadouro do acúmulo de forças da resistência à ditadura militar, das jornadas democráticas das Diretas Já!, da formação da Frente Brasil - Popular, das manifestações que resultaram no impedimento de Collor de Mello e das árduas batalhas contra o projeto neoliberal implementado nos governos de Fernando Henrique Cardoso.

 

A chegada à presidência das novas forças representou um marco histórico e abriu novo ciclo político no país marcado pela disputa de rumos do país em torno da superação do neoliberalismo. Mas a eleição não significou imediatamente uma total alteração da correlação de forças políticas. Assim, no governo como na sociedade há uma forte disputa política.

 

O governo e os movimentos sociais

 

Os avanços que obtivemos neste primeiro mandato de Lula são inequívocos: o aumento do emprego formal, com a criação de 3,7 milhões de empregos com carteira assinada, o investimento de R$ 15 bilhões entre 2004 e 2005 na agricultura familiar, a promulgação do Estatuto do Idoso, o combate ao trabalho escravo, a luta contra a discriminação por sexo e raça nas relações de trabalho, a contratação de funcionários públicos por concurso, o aumento real de quase 20% do salário mínimo, que hoje compra duas vezes mais produtos da cesta básica do que no início do governo, a ampliação do ensino público universitário, a não assinatura do tratado da ALCA (Área de Livre Comércio das Américas), o fortalecimento dos laços com outros países, possibilitando a criação do G20 (China, Índia, África do Sul, etc.), e, em especial, com os da América Latina. A reorientação de empresas públicas (como Petrobrás e BNDES) são alguns exemplos dentre outros importantes.

 

Contudo, a opção pela manutenção de uma política macroeconômica ortodoxa representou uma limitação importante às mudanças. A prioridade para os gigantescos superávits primários engessa o Estado. As altas taxas de juros, focando unilateralmente as metas de inflação, impedem o crescimento acelerado da economia. Privilegiam o capital financeiro, interno e externo, em detrimento do fortalecimento e incremento da produção e do mercado doméstico. Essa foi uma área do governo que se manteve subordinada aos interesses das forças conservadoras e em permanente litígio com o anseio dos trabalhadores e do movimento social. Ainda assim, a economia vem se recuperando graças, sobretudo aquelas medidas que fugiram do receituário econômico ortodoxo (ampliação do crédito popular, incremento real do salário mínimo, aumento do gasto público com políticas sociais, reorientação do BNDES para facilitar o financiamento de investimentos produtivos, entre outras) e a uma conjuntura externa favorável.

 

O movimento sindical em geral, bem como o movimento sindical bancário deve intervir como entes do movimento social nesta disputa, mantendo sua autonomia e independência frente ao governo. Em aliança com outros movimentos sociais temos construído campanhas que pressionam pela efetivação de mudanças que superem a herança neoliberal e consolidem a implantação de um projeto democrático e popular.

 

Os bancários frente às eleições em 2006

 

A direita neoliberal conservou boa parte de seu poder econômico e político apesar da derrota eleitoral de 2002. Passado um período inicial de relativa tranqüilidade para o governo, este setor se rearticulou e passou a fazer vigorosa oposição. A grave crise política iniciada em 2005 teve como motivo aparente à corrupção, mas seu pano de fundo é esta ferrenha luta pelo poder. Ao invés de apurar as denúncias e punir os culpados como sempre defendemos, os setores conservadores utilizaram as denúncias contra membros do governo e alguns partidos da base governista para avançar suas posições, visando às eleições de 2006. Buscaram, desde o início, desgastar o governo, a autoridade do presidente e o PT, principal partido de sustentação, aguçando irremediavelmente a disputa política. Por isso, a direita neoliberal se desespera com os altos índices de popularidade do governo e do presidente Lula, mesmo após um ano de guerra política aberta.

 

É preciso, neste momento, organizar o combate contra o retorno do neoliberalismo em nosso país.

 

A direita brasileira vem apresentando, através de seus porta-vozes (FHC, Serra e Alckmin), um programa de retorno à presidência do Brasil, que tem como alguns dos seus pontos centrais uma reforma trabalhista que retire direitos dos trabalhadores, a retomada das privatizações e das negociações com os EUA para a criação da ALCA, privatização de todos os bancos públicos, sejam eles federais ou estaduais, adoção da política de déficit nominal zero, redução das despesas constitucionalmente obrigatórias em áreas como saúde e educação.

 

O centro de nossa tática deve ser o de impedir o retrocesso. Os bancários devem continuar pressionando pela aplicação da plataforma democrática e pelos avanços para os trabalhadores defendidos pela CUT.

 

Pelo fim do fator previdenciário

           

            Os bancários e bancárias presentes na 8ª Conferência Estadual dos Bancários /RS deliberam apoiar o Projeto de Lei do Senador Paulo Paim, que prevê o fim do fator previdenciário.

 

Contra o veto de Lula ao reajuste de 16% aos aposentados     

           

            Os bancários e bancárias presentes na 8ª Conferência Estadual dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Ramo Financeiro repudiam o veto do Presidente Lula ao reajuste de 16,67%, aprovado recentemente no Congresso Nacional, para os aposentados que recebem mais do que 01 salário mínimo nacional.

 

Conjuntura Estadual

 

Fracasso das elites motiva Pacto pelo Rio Grande

 

            Depois de mergulhar o Rio Grande do Sul numa crise sem precedentes, as forças conservadoras tiraram da manga um velho coringa, que tenta virar o jogo diante da opinião pública.

           

            Quem toma conhecimento pela mídia do movimento Pacto pelo Rio Grande, da Assembléia Legislativa, é levado a acreditar que aí está, finalmente, uma alternativa para o abismo das finanças estaduais.

 

            Observando com mais cuidado, no entanto, o que se descobre não é um movimento da maioria da sociedade, e sim mais uma articulação das elites para manterem os seus privilégios. A fórmula repete a iniciativa das federações empresariais denominada Agenda Estratégica: o Rio Grande que queremos, cujas teses neoliberais, como o corte de gastos públicos e a redução do tamanho do Estado, a mídia não se cansa de pregar. Em outras palavras: dinheiro público para a iniciativa privada e omissão do Estado na sua função reguladora entre o mercado e o cidadão. Premissa pela qual, aliás, o governo Rigotto se esmera.

 

            Esses movimentos, às vésperas das eleições, pouco contribuem para o debate político, pois tentam desviar as atenções dos eleitores para longe das crises que as próprias elites produziram. O balanço do governo Rigotto, no anoitecer do seu mandato, poderia ser desastroso para essas velhas raposas, que agora se apresentam divididas na disputa pelo governo do Estado.

 

            A Central Única dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul (CUT-RS) já anunciou a sua saída dessas duas artimanhas, que excluíram importantes movimentos sociais, como os desempregados e os lutadores pela reforma agrária e pela moradia. O afastamento do Pacto, por exemplo, ocorreu após a maioria dos deputados estaduais votar contra a proposta dos trabalhadores para o reajuste do piso regional. O índice aprovado não visa distribuição de renda e sinaliza para a extinção gradativa desta conquista no governo Olívio.

 

             Para os delegados e delegadas da 8ª Conferência Estadual dos trabalhadores(as) do Ramo Financeiro, a construção de um entendimento na sociedade gaúcha exige um processo democrático e integrado num projeto nacional de inclusão social e cidadania, que busque um modelo de desenvolvimento com geração de emprego e renda. Neste momento, a prioridade é participar das eleições de outubro para impedir o retrocesso neoliberal e garantir a vitória de um projeto popular. A classe trabalhadora não pode pagar mais uma vez o "pato" pelos desmandos das elites

 

 

II - RAMO FINANCEIRO

 

A Organização do Ramo Financeiro

 

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT – CONTRAF – CUT - foi criada em janeiro deste ano em uma assembléia ocorrida em Curitiba – PR. A nova entidade já nasceu representativa e possui registro sindical desde março deste ano. Engloba 9 federações estaduais e interestaduais, com 110 sindicatos filiados, cuja base já é composta por 400 mil. O objetivo é organizar e representar 1 milhão de trabalhadores, que atualmente prestam algum tipo de serviço financeiro.

 

Foi criada para atender a demanda das diversas categorias envolvidas em atividades do sistema financeiro nacional. Muitas delas permanecem à margem da Convenção Coletiva Nacional dos Bancários, embora realizem serviços contratados por empresas que fazem parte das holdings controladas por bancos.

 

Dentre esses profissionais, além de bancários e financiários, cooperativas de crédito, encontram-se promotores de crédito/venda, securitários, especialistas em tecnologia da informação, funcionários de bolsas de valores, correspondentes bancários, capitalização, previdência complementar, terceirizados, entre outros. Estima-se que essas categorias ultrapassem a um milhão de trabalhadores no ramo, segundo base em dados da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio (PNAD) realizada em 2004.

 

            Para facilitar o diálogo com esses trabalhadores é fundamental ter uma caracterização mínima do perfil. Basta observar nas portas das financeiras que sua grande maioria é composta por jovens, muitos deles negros e uma parcela considerável de mulheres.

 

            É fundamental que os dirigentes se apropriem dos temas considerados transversais pelo movimento sindical (juventude, mulheres e raça) para adaptar o nosso discurso e atrair estes setores para dentro dos sindicatos.

 

            É importante salientar que mesmo aquelas financeiras que hoje representamos e contratamos, de cada 10 trabalhadores apenas 2 são financiários. Os demais são classificados como promotores de vendas/crédito e estão enquadradas em outras categorias, sempre com salários e benefícios menores e em péssimas condições de trabalho, aonde as jornadas de trabalho destes chega a superar a 10 horas diárias.

 

            Na Taií, por exemplo, praticamente todos seus trabalhadores são considerados comerciários.

      

Ampliação de conquistas

 

Um dos objetivos da criação da CONTRAF-CUT foi o de incluir no debate e nas negociações todos os trabalhadores que fazem parte do processo de intermediação financeira com o intuito de melhorar seus direitos e ampliar conquistas.

 

            Estamos num momento histórico,  onde nasce a Confederação com o intuito de abranger os mais diversos segmentos do Ramo Financeiro. Estamos certos de que com o engajamento dos sindicatos e federações, coordenados pela confederação, muito em breve estaremos propiciando a estes trabalhadores melhores condições de trabalho, de direitos e de salários. Para isso teremos de definir táticas e estratégias para cada segmento que buscamos organizar.

 

            Deve ser objetivo de todos, que até o fim deste mandato da CONTRAF,  devemos fazer todos os esforços para estar representando de fato mais de 1 milhão de trabalhadores.

 

Além de estarmos dentro da estratégia da CUT desde sua fundação, que é a de ampliar a representação dos trabalhadores pelo ramo, é necessário enfrentarmos os mais diversos artifícios usados pelos bancos, tais como: a terceirização e a segmentação que estão relacionadas com a atividade fim destes.

           

            A pulverização dos trabalhadores brasileiros em cerca de 18 mil sindicatos nos últimos anos tornou quase obsoleta a organização por categoria profissional, uma vez que eles se relacionam por ramo de atividade e estão envolvidos no mesmo processo.

           

            Os próprios bancos reconheceram essa mudança e a necessidade de criar uma entidade sindical patronal do ramo para representá-los: a Confederação Nacional do Sistema Financeiro (CONSIF).

 

É necessário avançar

           

            Entendemos que é urgente avançar na organização destes trabalhadores. Até o momento poucos sindicatos fizeram o debate da representação dos mesmos.

 

É necessária a conscientização das diretorias dos sindicatos e federações para este debate. Temos que estar convencidas para podermos valorizar o trabalho destas pessoas. Devemos intensificar a discussão em nossas diretorias e nos qualificar para isso. Precisamos buscar informações tais como: Onde estão estes trabalhadores? Quais são as condições de trabalho? Quais são seus benefícios e salários? , etc.

 

Temos que chamar estes trabalhadores para debater a atual situação. Temos que discutir com eles as péssimas condições de trabalho, a jornada de trabalho de mais de 10 horas diárias, trabalho nos finais de semana, bem como os benefícios insignificantes ou quase inexistentes e salários rebaixados. Este deve ser o nosso objetivo para o próximo período.

 

Podemos, como exemplo, pensar na organização imediata das principais promotoras que existem nacionalmente, tais como: BV Financeira, Taií, Fininvest, Finasa, Olé, etc. Devemos chamar estes trabalhadores para o debate, e, ao mesmo tempo temos que procurar a representação patronal, a CONSIF, para estabelecermos a representação e contratação destes.

 

Se o objetivo dos banqueiros foi dividir os trabalhadores para reduzir não só os direitos e benefícios da categoria, mas também sua capacidade organizativa e de luta, o dos trabalhadores deverá ser o oposto – Unidos, somos mais.

 

 

 

III – SAÚDE, CONDIÇÕES DE TRABALHO E SEGURANÇA. 

 

SAÚDE E CONDIÇÕES DE TRABALHO

 

Contrastando com os resultados expressivos do setor temos a piora crescente das condições de trabalho nos bancos, e os bancários, cada vez mais, têm demandado melhorias nessa área.

 

As estatísticas do INSS mostram o aumento não só da incidência de doenças osteomusculares (LER/DORT), como também, das relacionadas ao sofrimento mental na categoria bancária.

 

Durante a década de 1990 houve redução de postos de trabalho no setor da ordem de 50%, mas em contrapartida com enorme ganho de produtividade para as instituições. A justificativa de que a incorporação de novas tecnologias, como a automação, o auto-atendimento e o Internet bank reduziram a carga de trabalho não corresponde à verdade. Haja vista que a jornada de trabalho dos bancários hoje estar praticamente (ilegalmente) ampliada para 8 horas diárias e o ritmo de trabalho ter-se intensificado de maneira muito intensa. Além desses fatores, a ideologia do individualismo e da competitividade, na pior conotação que a palavra possa ter, têm transformado o trabalho bancário em um dos mais penosos da atualidade.

 

A pressão pelo cumprimento de metas, por si só é altamente prejudicial, bem como traz uma grande ajuda para disseminar o assédio moral. Em relação a esse tema os sindicatos de bancários de todo o Brasil participaram recentemente de um projeto coordenado pelo Sindicato dos Bancários de Pernambuco, em parceria do Fundo pela Igualdade de Gênero – FIG, entidade Canadense, que incluiu uma pesquisa, cujos resultados apontam inequivocamente essa prática como um dos fatores geradores de doenças mentais na categoria.

 

Assim, é necessário que a estratégia adotada ano passado seja aprofundada, retirando da campanha o caráter meramente economicista, incluindo como eixos itens tão importantes quanto às cláusulas de caráter econômico, adotando-se novamente o termo “CAMPANHA NACIONAL” ao invés de Campanha Salarial.

Além disso, incluir nos eixos questões como: combate ao assédio moral, fim das metas abusivas, pelo respeito à jornada de trabalho, entre outros.

 

Mesa temática de Saúde

 

No último período obtivemos, ainda que de maneira um tanto modesta, avanços em mesas específicas de alguns bancos. É certo que se jogarmos peso nesses processos teremos condições de ampliá-las, banco a banco. Essa estratégia combina perfeitamente com a da campanha unificada, e também tem sido praticada em outros temas específicos. Assim estaremos construindo o processo de negociações permanentes nos bancos privados à semelhança dos públicos.

 

No nosso entendimento, essa dinâmica não é contraditória com mesas temática com a Fenaban que, em tese, servem para regular questões comuns a todos os bancos. Ocorre que não há, pelos em relação ao tema saúde ocupacional, vontade política por parte da representação patronal no sentido de avançarmos. Diversas propostas já foram apresentadas, tais como: Programa de Reabilitação Profissional – PRO melhoras na cláusula de CIPA, construção de um protocolo para emissão de CAT, entre outros, e todas elas acabam em impasse. Naturalmente não somos contrários a estabelecer processo de negociação sobre qualquer tema, porém, tendo em vista o histórico da mesa de saúde, faz-se necessário haver um compromisso prévio da Fenaban em ralação a apresentar avanços, bem como não exigir que as mesas específicas dos bancos sejam desfeitas em função da geral.

 

BANCÁRIOS EXIGEM SEGURANÇA

 

Uma nova onda de assaltos e seqüestros está assustando bancários, vigilantes e clientes no Rio Grande do Sul. Somente na primeira quinzena de julho foram registrados 14 ataques a bancos, mais do que o total de 13 em todo o mês de junho e acima dos 11 verificados em maio. 

Esse clima de insegurança é, por um lado, fruto dos escassos investimentos dos bancos em equipamentos e medidas de prevenção aos assaltos e seqüestros. Os banqueiros acumulam lucros sempre maiores, mas não investem em segurança à altura dos juros e tarifas que cobram dos seus clientes.

 

Para combater essa insegurança, as entidades sindicais têm cobrado ações preventivas contra o crescimento da violência dentro e fora das agências, postos de serviços, financeiras, cooperativas de crédito e correspondentes bancários. 

 

De outro lado, essa ação de quadrilhas cada vez mais ousadas e aparelhadas é resultado do desmonte da segurança pública. No Rio Grande do Sul faltam viaturas e policiais nas ruas para inibir o ataque dos criminosos. Apesar das promessas eleitorais, o governo Rigotto não prioriza a segurança e destina poucos recursos para a prevenção, a inteligência, a unidade de ação e a auto-estima das polícias. Além disso, não investe em políticas públicas para buscar inclusão social e cidadania.

 

Propostas de luta

 

  1. participar da reunião do Grupo Interinstitucional de Trabalho sobre Segurança Bancária na próxima terça-feira, dia 18, às 14h, na Secretaria da Justiça e da Segurança, cobrando medidas para acabar com essa onda de assaltos e seqüestros;

 

  1. realizar no próximo dia 3 de agosto (quinta-feira) um Dia Estadual de Luta contra a insegurança, com protestos e denúncias nas câmaras municipais e Assembléia Legislativa, exigindo o fim da onda de assaltos e seqüestros e propondo medidas aos bancos e ao governo Rigotto para garantir segurança aos bancários e à sociedade gaúcha;

 

  1. reforçar o cadastro de assaltos, seqüestros, arrombamentos e outras ações criminosas nos bancos, enviando quaisquer informações  para a Federação dos Bancários do RS, através do fone 51-3224.2000 ou e-mail feebrs@bancnet.com.br

 

  1. aproveitar a Campanha Nacional dos Bancários 2006 para intensificar a luta contra a insegurança nos bancos e em defesa da vida de bancários, vigilantes e clientes;

 

  1. apresentar projetos de lei junto às câmaras municipais, propondo a instalação de portas giratórias de segurança em todos os acessos destinados ao público, inclusive na sala de auto-atendimento.

 

Principais reivindicações junto aos bancos:


- instalação da porta giratória de segurança antes do acesso ao auto-atendimento nas agências e postos, além de vigilância e câmeras de video;


- abertura e fechamento das agências através de empresa especializada em segurança;

- fechamento da agência ou posto no dia do assalto, face ao impacto da violência;

- emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) e assistência médica e psicológica (às custas dos bancos) para quem presenciou assalto ou foi vítima de seqüestro;


- retomada da mesa temática de segurança bancária com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para buscar soluções;


Principais reivindicações junto ao governo do Estado:


- contratação de mais policiais, através de concurso público;


- aquisição de viaturas e ações integradas dos órgãos policiais;


- fim do PM temporário e melhores condições de trabalho para os policiais;


- maior atuação da Polícia Federal, fiscalizando o plano de segurança das

agências e postos;


- reuniões periódicas do Grupo Interinstitucional de Trabalho sobre Segurança Bancária, na Secretaria da Justiça e da Segurança (SJS), formado por iniciativa dos bancários, que reúne bancos, vigilantes, Brigada Militar, Polícia Civil e Polícia Federal;

 

Reivindicação junto ao Congresso Nacional:

 

- atualização da legislação federal de 1983 sobre segurança bancária.

 

Não é possível continuar trabalhando com medo. Os bancários cobram segurança dos banqueiros e do governo do Estado. A vida precisa ser colocada acima do lucro.

 

           

IV - CAMPANHA NACIONAL DOS BANCÁRIOS 2006

 

ESTRÁTEGIA

 

            A Campanha Nacional dos Bancários de 2006 demanda a toda a categoria, uma reflexão acerca das conquistas dos últimos anos bem como, qual a melhor estratégia e quais são as principais demandas a serem priorizadas.

 

            Em relação às nossas conquistas recentes, é válido afirmar obtivemos êxito em muitas de nossas aspirações. A unificação da grande maioria dos bancários nas campanhas de 2003 a 2005 tem sido uma evolução constante. Se no ano de 2004 encontramos barreiras intransponíveis, o que levou parcela importante da categoria a cair no canto de sereia do TST, em 2005 conseguimos manter uma relativa unificação nas reivindicações econômicas, buscando negociações concomitantes em mesas específicas.

No entanto, esses pequenos avanços não podem nos entorpecer a mente nem nos nublar a visão. Se é verdade que avançamos em alguns pontos, muito temos ainda a conquistar. Nossos congressos e encontros nacionais e regionais acumulam a cada ano centenas de reivindicações que sequer são analisadas pelos banqueiros e os governos.

 

            O problema é que acertamos na estratégia, mas o resultado nos bancos públicos não foi o esperado ou poderia ter sido melhor e para complicar mais ainda a situação em nenhum momento foi indicado fazer mobilizações em separado e vários temas ficaram para as mesas de negociações permanentes.

 

            Portanto a campanha salarial de 2006/07 a melhor estratégia é manter a campanha nacional unificada com mesas de negociações dos bancos públicos (BB, CEF, BASA, BNB) acontecendo concomitantemente. Importante ter clareza que para conseguir arrancar resultados nas mesas de negociações específicas tem se que ter um olhar muito cuidadoso para a mobilização e negociação nesse conjunto de bancos, fortalecendo as mesas de negociações específicas não aceitando o ritual de negociar por negociar teatralmente. Deve haver um compromisso real da direção no encaminhamento das pautas específicas e na mobilização para alcançar conquistas nas mesas.

 

            No último ano vivemos no movimento sindical bancário um processo de eleições coorporativas e sindicais, onde o funcionalismo dos bancos públicos, mostrou seu descontentamento com a direção do movimento. Basta ver o resultado das eleições na CASSI, FUNCEF e nos sindicatos dos bancários do Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, etc.

           

            Esses exemplos servem para mostrar o grau de indignação – que não é de hoje - dos funcionários desses bancos - que não é de hoje. Portanto não podemos tratar os desiguais de forma igual.

 

            O processo de organização e mobilização da categoria para a campanha salarial desse ano deve ser encaminhado de forma unificada, mas não podemos recusar de forma alguma que nos bancos públicos, quando das negociações específicas, esses segmentos tenham no calendário nacional uma orientação de atividades, atos voltados para cada um desses bancos, assembléias especificas , para que com a demonstração de suas forças possa pressionar o governo e a direção das empresas.

           

            A direção  movimento não pode manter a lógica de ignorar os anseios de um setor importante da categoria que é o setor público. Na forma como vem sendo encaminhado a estratégia da campanha salarial a unificação não acontece na prática, não existe um acordo único de toda a categoria e acaba parecendo que a estratégia só serve para blindar o governo e poupar as direções dos bancos públicos o que gera uma desconfiança da base em relação a direção do movimento, levando a um desgaste progressivo e o resultado já vimos nas eleições coorporativas e sindicais  que aconteceram no período. 

 

            Por último defendemos que a direção nacional do movimento deve realizar um plebiscito nacional, direcionado para aos bancos públicos,  para debater com a categoria a estratégia de campanha de modo a envolver e comprometer  todos os setores na sua  elaboração.

 

V – PAUTA DE REIVINDICAÇÃO

 

         Os bancários e bancárias presentes na 8ª Conferência deliberaram encaminhar a proposta de minuta de reivindicações, considerando todas as reivindicações acumuladas nos últimos anos, incluindo os pontos apresentados pelas Comissões Temáticas de Saúde, GROS, Segurança, Terceirizados, Juventude e dos encontros por bancos, bem como as reivindicações especificas da Convenção Coletiva de Trabalho do RS.

 

Índíce

 

            Aumento Real – Os salários da categoria bancária estão absurdamente defasados, devido aos anos de arrocho salarial praticado pelo governo neoliberal dos tucanos e pefelistas até 2002. Defendemos um reajuste salarial que busque recompor o poder de compra dos trabalhadores bancários, com aumento real.

 

            O crescimento da rentabilidade dos bancos nos últimos anos, somado com a multiplicação constante das suas receitas com tarifas e as altas taxas de juros práticas pelo mercado, permite que o sistema financeiro possa elevar o nível de renda dos seus trabalhadores num patamar de 10% de ganho real, além da inflação do período.

 

Piso

 

             Defendemos também um piso igual ao mínimo do DIEESE – O piso da categoria bancária tem que atender os requisitos mínimos para que o trabalhador possa garantir o seu sustento e de sua família. O salário mínimo necessário, calculado pelo DIEESE em R$ 1.447,58, em junho/2006, deve ser a nossa referência.

 

PLR

 

            Os altos lucros dos bancos são conseguidos com a exploração e o suor dos trabalhadores bancários. Não é justo que os que fazem os lucros dos bancos não sejam devidamente remunerados por isso. Devemos reivindicar PLR de 01 salário bruto mais R$ 2.000,00 fixo, além de 5% do lucro líquido dividido linearmente para todos os integrantes da categoria bancária. Piso de R$ 5.000,00 e teto de R$ 20.000,00.

 

 

VI – PLANO DE LUTA E AÇÃO

 

            A 8ª Conferência Estadual dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Ramo Financeiro levará à Conferência Nacional a proposta da necessidade da Campanha Nacional dos Bancários 2006 ter um calendário de mobilizações nacional, inclusive prevendo assembléias e atividades específicas por bancos, fortalecendo as negociações e caso as mesmas não evoluam, tirar indicativo de greve para o final da primeira quinzena de setembro 2006. Indicou também, para o dia 12 de setembro de 2006, unificando com o calendário do Banrisul, um dia nacional de luta e mobilização.

             

 

VII - REPRESENTAÇÃO DA FEEB–RS

 

                Foram eleitos nesta 8ª Conferência os representantes do RS, nos diversos espaços de representação nacionais, conforme segue:

 

a) Comando Nacional dos Bancários

- Titular: Amaro Silva de Souza (FEEB-RS - Banrisul)

- Suplente: Jorge Paulo Gomez Pedra (SEEB Santana do Livramento – Itaú)

 

b) COE – Comissão de Organização dos Empregados do:

 

1 – BRADESCO

- Titular: Edson Ramos da Rocha (SEEB Porto Alegre)

- Suplente: Marcelo Ferreyro Paladin (SEEB Porto Alegre)

 

2 – HSBC

- Titular: Lúcio Mauro Paz Barros (SEEB Porto Alegre)

- Suplente: Joey Setesses de Farias (SEEB Novo Hamburgo)

 

3 -  ITAÚ

- Titular: Cátia Cilene Nobre Nunes (SEEB Porto Alegre)

- Suplente: Rosaly Braggio Favretto (SEEB Erechim)

 

4 – UNIBANCO

- Titular: Sandro Artur Ferreira Rodrigues (SEEB Porto Alegre)

- Suplente: Maurício Iser Amorim (SEEB Porto Alegre)

 

5 – SANTANDER MERIDIONAL

- Titulares:      - Bino Köhler  (SEEB Osório e Litoral Norte)

                        - Francisco Carlos Dutzig (SEEB Vale do Paranhana)

- Suplentes:   - Ivone Kober (SEEB Camaquã)

                        - Ademir José Wiederkehr (SEEB Porto Alegre)                      

 

6 – REAL ABN

- Titular: Luis Volnei Diogo (SEEB Pelotas)

- Suplente: Claudenir Teixeira Freitas (SEEB Santa Maria)

 

7- BANCO DO BRASIL

Titular: Ronaldo Zeni (SEEB Porto Alegre)

Suplente: Elói Valdir Horst (FEEB-RS)

 

8- CAIXA

Titular: Marcos Leite de Matos Todt (SEEB Porto Alegre)

Suplente: Altivo Goularte Rodrigues (SEEB Santa Maria)

 

c) Comissões Temáticas:

 

1 – Comissão Nacional de Gênero, Raça e Orientação Sexual

- Titular: Denise Falkenberg Corrêa  (FEEB–RS - Banrisul)

- Suplente: Marcia Dresch de Oliveira (SEEB Porto Alegre – Banrisul)

 

2 – Comissão Nacional de Saúde

- Titular: Antonio Carlos Pirotti Pereira (SEEB Porto Alegre – Banrisul)

- Suplente: José Luiz Machado de Andrade (SEEB Alegrete – HSBC)

 

3 – Comissão Nacional de Segurança Bancária

- Titular: Ademir José Wiederkehr (SEEB Porto Alegre – Santander Banespa)

- Suplente: Edson Luiz Amaral de Moura (SEEB Porto Alegre - Unibanco)

 

4 - Terceirização

- Titular: Ana Maria Betim Furquim (SEEB Vale do Paranhana - Banrisul)

- Suplente: Antonio Augusto Borges de Borges (SEEB Porto Alegre - Itaú)

 

5 – Juventude

- Titular: Julio César Soares Vivian (SEEB Porto Alegre – Banco do Brasil)

- Suplente: Andréa Machado de Pietro Jensen (SEEB Rosário do Sul - Bradesco)

 

 

VI – DELEGAÇÃO  ELEITA PARA CONFERÊNCIA NACIONAL

 

            Conforme os critérios estabelecidos pela Direção da CONTRAF, a 8ª Conferência elegeu por unanimidade a chapa única, a delegação do RS para a 8ª Conferência Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiros, que acontecerá de 27 a 30 de julho de 2006, na cidade de São Paulo – SP.

 

Delegados Natos:

Comando Nacional dos Bancários:

Amaro Silva de Souza (Titular da FEEB-RS - Porto Alegre – Banrisul)

Juberlei Baes Bacelo (Titular do SEEB Porto Alegre – Santander Meridional)

 

Delegados(as):

 

BANCO DO BRASIL

1- Rudimar Biermann da Luz (Santo Ângelo)

2- Cássio Alberto Arend (Santa Cruz do Sul)

3 - Júlio César Soares Vivian (Porto Alegre)

4- Ronaldo Zeni (Porto Alegre)

5- Jordana Pelisoli Benitis (Porto Alegre)

6-Mauro Rui Tellito Cardenas (Porto Alegre)

7- Carlos Alberto Cenci (Carazinho)

8- Fabiano Xisto da Silva (Santa Maria)

9- Heloisa Feiten (Porto Alegre)

10-Nelson Antônio Fazenda (Passo Fundo)

11- Orlando Pedroso (Litoral Norte)

12-Eloi Valdir Horst ( Horizontina - FEEB-RS )

13-Gilso Mario Rampelotto (Santa Maria)

17-Flavio José Pastoriz (Porto Alegre)

15-Juarez Paulo Braga Zamberlan (Horizontina)

16-Luciano Figueiredo Oliveira (Porto Alegre)

 

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

1-Célia Margit Zingler (Santa Cruz do Sul)

2-Marcos Leite de Matos Todt  (Porto Alegre)

3-Altivo Goularte Rodrigues (Santa Maria)

4- Francisco de Assis Kuhn Magalhães (Porto Alegre)

5- Athos Ronaldo Miralha da Cunha (Santa Maria)

6-Guliver Maffei Machado (Novo Hamburgo)

7-Ricardo Luiz Muller (Erechim)

8- Cristiano Nessi Zacca (Porto Alegre)

9- Devanir Camargo da Silva (Porto Alegre)

10-Luis Alberto Candia Ramirez (Porto Alegre)

11-Marcela Nunes de Aguiar (Porto Alegre)

12-Maristela da Rocha (Porto Alegre)

 

APOSENTADOS DA CAIXA

1- Neí Glades de Francisco (Litoral Norte)

2- Francisco Satyro Valente Neto (Porto Alegre)

3-Adenir de Lourdes Severo de Souza (Porto Alegre)

 

BANCOS PRIVADOS E BANRISUL

1- Luis Volnei Diogo (Pelotas-Real/ABN)

2- Ciro Fruhauf Becker (Camaquã-Bradesco)

3- Julio Montenegro (Passo Fundo-Santander Banespa)

4- Paulo Rogério da Silva (Litoral Norte-Bradesco)

5- Paulo Valmir Souza (Novo Hamburgo-Itaú)

6- Alexandre Rizzi (Caxias do Sul-Bnrisul)

7- Fábio Soares Alves (Porto Alegre-Banrisul)

8- Natalina Rosane Gué (Porto Alegre-ABN Real)

9- Marcelo Ferreyro Paladin (Porto Alegre-Bradesco)

10- Antonio Carlos Pirotti Pereira (Porto Alegre-Banrisul)

11- Maurício Iser Amorin (Porto Alegre-Unibanco)

12- Carmen Lucia Guedes (Porto Alegre-Santander)

13- Antonio Augusto Borges de Borges (Porto Alegre-Itaú)

14-Ademir José Wiederkehr (Porto Alegre-Santander Banespa)

15-Claudete Genuíno Marocco (Porto Alegre     -Banrisul)

16-Carlos Augusto Vargas da Silva (Santa Maria-Bradesco)

17-Tânia Regina Figueiró Teixeira (Vale do Paranhana-Bradesco)

18- Andréa Machado de Pietro Jensen (Rosário do Sul-Bradesco)

19- Antonio Augusto Prestes Medeiros (São Luiz Gonzaga-Bradesco)

20-Edson Ramos da Rocha (Porto Alegre-Bradesco)

21- Lúcio Mauro Paz Barros (Porto Alegre-HSBC)

22- Paulo Roberto Stekel (Santa Maria-Santander Meridional)

                   

VII - MESA DA CERIMÔNIA DE ABERTURA

 

-         Milton Rezende (Vice-Presidente da CONTRAF-CUT)

-         Loricardo de Oliveira (Tesoureiro da CUT-RS)

-         Denise Falkenberg Corrêa (Diretora FEEB-RS)

-         Carlos Augusto Rocha (Diretor da FEEB-RS)

-         Juberlei Baes Bacelo (Presidente do SindBancarios Porto Alegre)

 

VIII – MESA DIRETORA DO PAINEL

 

            O painel “Campanha Salarial dos Bancários e Conjuntura Econômica”, por Murilo Francisco Barella, Técnico do DIEESE Subseção CONTRAF-CUT e pelo Diretor Técnico do DIEESE – Seção RS, Ricardo Franzoi.

            - Ademir José Wiederkehr (SindBancarios Porto Alegre)

            - Amaro de Souza (FEEB–RS)

            - Ana Regina Silveira (SEEB Santa Maria)

            - Célia Zingler (Presidenta da APCEF-RS)

 

IX - MESA DIRETORA DA 2ª E ÚLTIMA PLENÁRIA

 

                                               - Ana Maria Betim Furquim (SEEB Vale do Paranhana)

           - Carlos Augusto Oliveira Rocha (FEEB–RS)

           - Denise Falkenberg Corrêa (FEEB–RS)

           - Jorge Vieira da Costa (FEEB–RS)

                                              

 

X - ENCAMINHAMENTOS DOS ENCONTROS POR BANCOS

 

1-     BANCO DO BRASIL

 

Avaliação da Campanha Salarial 2005:

 

            Conquistas: PLR em condições mais vantajosas que a da Fenaban

            Pendente: CASSI, PCS/PCC, Metas – promessas não atendidas, negociações permanentes sem avanços.

 

Estratégia para a Campanha Salarial 2006:

 

            a) Campanha salarial unificada com mesa específica concomitantemente no BB.

 

            b) Plebiscito nacional: Encaminhar para Conferência Nacional a realização de plebiscito nacional anterior à campanha salarial de 2007.

 

           c) Plano de Lutas e Ação:

 

            - Ações específicas sobre assédio moral;

            - Calendário de mobilização específica em nível nacional;

            - Incluir pauta social na campanha;

            - Aumentar o nível de informação na campanha.

 

d) Pauta de Reivindicações:

 

            - Premissa de que o BB deverá assinar a Convenção Coletiva Nacional dos Bancários;

            - Retomada das substituições de GEROP, Auxiliar e Assistente Administrativo nas áreas de apoio:

            - Revogar Medida da Direção do Banco do Brasil que retira o direito á substituição nos órgãos da Rede de Apoio, nos cargos de GEROP e Auxiliar de Operações. Com essa medida, de 13/03/2006, o Banco do Brasil paga substituições somente mais 15 dias.

            - Fiscalizar Programa de Ascensão Profissional a fim de evitar desvios;

            - Isonomia total entre antigos e novos funcionários.

 

e) CASSI:

            Encaminhar para a Conferência Nacional proposta para construção de um projeto para CASSI que instrumentalize a Comissão de Empresa para negociar com o BB. Posição contrária à proposta apresentada pelo BB.

 

f) PREVI:

            - Retorno do Estatuto de 97;

            - O corpo social como instância máxima de deliberação;

            - Fim do voto de minerva;

            - Imediata implantação de benefícios com o superávit;

            - Contra a venda de ações do BB da Carteira da Previ.

 

g)SAÚDE E CONDIÇÕES DE TRABALHO:

            - Realizar fórum sobre saúde do trabalhador e CASSI;

            - Ação imediata sobre o assédio moral.

 

 

 

2        - CAIXA ECONOMICA FEDERAL

 

                       Após informes e relatos sobre a FUNCEF, os presentes no Encontro Estadual dos(as) Empregados (as) da Caixa referendaram a pauta de reivindicações especificas construída nos últimos CONECEFs e apresentada a Caixa, na mesa de negociações permanente.

           

           

 

Conjuntura Política e Econômica

 

a)     lutar pela redução das taxas de juros;

b)     A Caixa deve praticar juros mais baixos do que vem fazendo atualmente;

c)      Proposta de constituição de um Fórum Nacional em defesa dos bancos públicos,                   com participação ativa da sociedade civil organizada. Um dos pontos centrais desse                   fórum deve ser a criação de um mecanismo que impeça que os bancos públicos                  sejam privatizados sem consulta popular ( semelhante ao mecanismo já existente                   para o Banrisul).

 

 

Estratégias para a Campanha Salarial 2006. 

a)     Mesa de negociação com a FENABAN para questões da categoria. Negociações  específicas com a CAIXA durante a campanha salarial inclusive com  calendário de mobilização especifica;

b)     Que haja um plebiscito nacional para a definição da estratégia para  campanha salarial 2007.

  

 

Pauta de Reivindicações:

a)     Pontos que dever ser prioritários para campanha salarial 2006

                     - PCS (que contemple as perdas históricas);                                                                  

- Isonomia entre escriturários e TBs                                                                                          

Volta das Promoções por merecimento retroativa ao período em que foram   suprimidas;

                                                                                                         

- Saúde e condições de trabalho: combater o assédio moral e garantir o respeito    à jornada de trabalho de 6 horas para todos;          

  - Ticket e cesta alimentação para todos os aposentados

 

b) Demais reivindicações:

 - Delegado Sindical dever ter garantia integral de salário e de função durante o     mandato.

-  Plano de saúde: a RERHI deve ser questionada porque  não responde aos pedidos indicações de credenciamento;]

- Aumentar a PLR;

- Lutar pelo aumento de  caixas para melhor atendimento à população;

- Incluir no Saúde Caixa como dependentes os pais.

- Possibilitar urgente o  retorno  ao Saúde Caixa dos aposentados FUNCEF que aderiram a PADVs.

- Readmissão de todos os demitidos pela RH 008;

- Liberações sindicais e para APCEF conforme Convenção Coletiva de Trabalho de toda a categoria.

- Garantia de função para os dirigentes sindicais e associativos liberados quando  do seu retorno ao local de trabalho na Caixa.

-  Regras objetivas para PSI.

-  Recuperação dos deltas por merecimento não concedidos desde 94.

- Alteração dos termos da reivindicação de ganho real de salário para recuperação de perdas salariais passadas.

- Auxilio Aluguel:  Proposição de um percentual, nos casos de transferência de município.

- Remuneração variável: 5% sobre a Receita de Prestação de Serviços e 10% sobre a venda de Produtos de Fidelização;

 

d) Reivindicações dos Auditores (apresentado pela AUDICAIXA)

- Cumprimento da jornada de 06 horas para os auditores;

- Enquadramento dos auditores na tabela de assessoramento estratégico, como segue:

- Auditor Sênior para GA8

- Auditor Pleno  para GA7

- Auditor Júnior  para GA6                    

- Revisão da tabela diárias da Caixa, estabelecendo um critério e periodicidade para o reajuste, pois não ocorre reajuste desde 2003. E pelos levantamentos efetuados necessita de reajuste de aproximadamente de 50%.

 

e) Área Social:

 - Aprovação do modelo de reestruturação da GISES com a equiparação do nível / faixa a outras gerências de filial; implantação de gerentes de serviços e cargos de analistas júnior e pleno, propiciando o encarreiramento desses profissionais. Hoje buscam valorização em outras áreas da Caixa, acarretando perda de inteligência na área social;

Ø       Alocação de cargos técnicos nas agências para atuação na área social. 

Ø      Treinamentos institucionalizados e presenciais para os empregados da área social nas agências.

Ø      Que os serviços sociais, em especial o Programa Bolsa Família, tenha impacto no AVGESTÃO;

           - Transformar a função de técnico social, que hoje é uma função comissionada de natureza técnica em carreira profissional. Hoje é exigida a formação superior em psicologia, pedagogia, sociologia ou serviço social, mas não é reconhecida a carreira técnica. Junto com a transformação, a CAIXA deveria abrir concurso externo para suprir novas vagas.

           - Passar todos os profissionais para a referências 80, à semelhança do que ocorria com as carreiras profissionais do PCS 89, já que a função exige formação superior os concursos de advogados e engenheiros, por exemplo eram internos, e ao mudar da carreira administrativa para a profissional o empregado passava automaticamente para a referência 80).

           - Jornada de 6 horas para os empregados detentores de função comissionada de natureza técnica, sem perda de direitos.

 

 

f) Pauta de Reivindicações dos Gerentes(apresentado pela FENAG)

Em reunião prévia efetuada em São Paulo no dia 08 de julho 2006, a FENAG,AGECEF/SP, e o sindicato dos Bancários de São Paulo, foi discutida a demanda do segmento dos gestores, sendo discutido os seguintes itens de pauta, a saber:

 

 

 

 

g)  Reivindicações dos Caixas:

- CTVA –- CAIXA.

 

- Incorporação nos salários;

- Contribuição à FUNCEF, com encampação da discussão sobre a recuperação do passivo, para efeito de recolhimento à FUNCEF pela 

- Participação (agregar) no cálculo da incorporação quando da perda de  função.

 

h) Isonomia para o segmento negocial

            Equiparação salarial dos empregados lotados nas SRs classificadas como mercados “B” e “C”, aos níveis do mercado “A”.

                       

 i) Isonomia para o segmento logistico

            Equiparação salarial dos empregados lotados nas Filiais Classe I – Faixa I,II e III, e nas Filiais Classe II – Faixas I,II e III e Filiais Classe III – Faixas I,II e III, aos níveis salariais dos empregados lotados nas Filiais Classe I, Faixa I. Em síntese, enquadramento de todas as Filiais na Classe I, Faixa I. Em síntese, enquadramento de todas as Filiais na Classe I, faixa I. Hoje, são 09 tipos de Filiais  ( 03 Classes, subdivididas em 03 Faixas), o que possibilita grandes distorções, fazendo com que Gerentes de Filiais de todas as GISES, por exemplo (Filial Classe III, Faixa III), recebam comissão e piso de mercado menor que os supervisores das demais Filiais (as que são de Classe I).

 

j) Reivindicações dos Empregados da GIDUR/PO

 

- Analista e Técnico de Fomento

- Carreira única para técnicos de fomento e analistas

- Uma vez atendidos os pré-requisitos, promover o empregado automaticamente dentro da carreira, não dependendo de definição de dotação orçamentária. Promoções imediatas para todos os que já possuem os pré-requisitos.

- Jornadas de 6 horas para os empregados detentores de função comissionada de natureza técnica, sem perda de direitos.

 

 

- Engenheiros e Arquitetos

- Unificação das carreiras com a migração dos empregados que se encontram no PCS 89 para o PCS 98 sem perdas de direitos, conforme já votado na diretoria, não implementado pela administração da CAIXA.

- Jornada de 6 horas para os engenheiros e arquitetos do PCS 98.

- Uma vez atendidos os pré-requisitos, promover o empregado automaticamente dentro da carreira, não dependendo de definição de dotação orçamentária. Promoções imediatas para todos os que já possuem os pré-requisitos.

 

  

3        - PRIVADOS E BANRISUL

            Referente ao Banrisul encaminhar a negociação da pauta específica aprovada no XV Encontro Nacional dos Banrisulenses, realizado em 27/05/2006, em Porto Alegre, já protocolada na Direção do Banco. Na semana do dia 12/09/2006, data do aniversário do banco, realizar ato público em frente ao prédio da Direção Geral, reivindicando o andamento e o atendimento da negociação específica do banco, na defesa do Banrisul público e avanços na negociação com a Fenaban.

            Na questão dos bancos privados fazer mobilização divulgando a pauta contendo as cláusulas econômicas, sociais e de trabalho, seguindo o calendário de mobilização nacional a ser aprovado na 8ª Conferência Nacional, de 27 a 30/07/2006, em São Paulo.

            Os dois seguimentos da categoria aprovaram a manutenção da atual estratégia da campanha de negociação nacional com a Fenaban com relação a índice, PLR e benefícios gerais da categoria. No Banrisul encaminhar calendário específico inclusive com assembléia própria da instituição para avançar a pauta específica que está reprimida há três anos.

           

XI – DELEGADOS E DELEGADAS PRESENTES NA CONFERÊNCIA ESTADUAL

 

SEEB ALEGRETE:

1.      Cláudio Batista Rodrigues Osório (Caixa)

2.      Cláudio Rui Felicio Martins (Banco do Brasil)

3.      José Joel Freitas da Luz (Banrisul)

4.      José Luiz Machado de Andrade (HSBC)

5.      Julio Carlos Souza Machado (HSBC)

6.      Julio Concórdia Dorneles (Banrisul)

7.      Paulo Ricardo de Carvalho Silva (CEF)

8.      Valter Roberto Fonseca Thiel (Santander)

 

SEEB BAGÉ:

9.      Antônio Carlos Castro Gil (Bradesco)

10. Elvio Antonio Bonotto (Banco do Brasil)

11. Leila Bittencourt Perez (Santander)

12. Neiva Maria Fernandes Moura (Banco do Brasil)

13. Nilton Paulo Leite Dias (Banrisul)

14. Vilmar Vallenoto da Silva (CEF)

 

SEEB CACHOEIRA DO SUL:

15. Reinaldo de Oliveira Vargas (Banrisul)

 

SEEB CAMAQUÃ:

16. Ciro Fruhauf Becker (Bradesco)

17. Ivone Terezinha Devantier Kober (Santander Meridional)

18. João Cândido de Barros (Banrisul)

19. Marcio saraiva Pinheiro (Banco do Brasil)

20. Sandro Gilberto Moreira Cheiran (Bradesco)

 

SEEB CARAZINHO:

21. Antonio Sérgio Federici (Itaú)

22. Carlos Alberto Cenci (Banco do Brasil)

23. Cladimar Antunes Vieira (Banrisul)

24. Dany Cristina Lauxen (Banrisul)

25. João Luiz Ewerling (Santander)

26. Luiz Otávio Pereira Batista (Banco do Brasil)

27. Pedro Bombardelli (Banco do Brasil)

28. Ricardo Scherer (Santander Meridional)

29. Soeli Kopper de Magalhães (CEF)

30. Valmorim Castilhos de Oliveira (Bradesco)

 

SEEB CAXIAS DO SUL:

31. Ademar Bellini (Caixa)

32. Alexandre Rizzi (Banrisul)

33. Luciane Lodi (Banrisul)

34. Marcos Antonio do Amaral de Freitas (CEF)

35. Paulo César Gomes Paim (Banco do Brasil)

36.   Vaine Terezinha Andreguete (Banrisul)

 

SEEB CRUZ ALTA:

37. Alexandre André dos Santos Amaral (Unibanco)

38. Banduíno Gabriel Kohl Nangelen (Banrisul)

39. Carlos André Seccon Anversa (Bradesco)

40. Diones Antonio Roldan dos Santos (Bradesco)

41. Elisa Carine Beck (Banrisul)

42. Gilberto da Costa Figueiredo (Santander)

43. Gustavo Oliveira Rangel (Bradesco)

44. João Airton dos Santos Oliveira (Banrisul)

45. Joel de Moura Oliveira (Itaú)

46. Marcelo Luiz da Silva (CEF)

47. Marcus Vinicius Logunde dos Santos (Banrisul)

48. Suzana Machado Ritter (Caixa)

49. Vilmar Pereira (Banrisul)

 

SEEB ERECHIM:

50. Altamir R. Buczak (Banrisul)

51. Amauri Rodrigues da Silva (Banco do Brasil)

52. André Augusto Valentin (Bradesco)

53. Antonio Pedro Capeletti (Banco do Brasil)

54. Carlos Alberto Giaretta (HSBC)

55. Carlos Elias Pasqualotto (Banco do Brasil)

56. Carlos José Emanuele (Unibanco)

57. Carlos Kehles Spinato (Santander)

58. Deise Fátima Pauletti (CEF)

59. Francielle Truylio (HSBC)

60. Ignes Mesquita Martins (Banrisul)

61. Ivete Todescatto de Mello (Bradesco)

62. Ivone Zamadei Santolin (Sicredi)

63. Jeane Rosset Camerini (Bradesco)

64. Jorge José Motter (Bradesco)

65. José Adão Liotto (CEF)

66. Leonize Teresinha Barufi (Banrisul)

67. Karine Cervi (Banrisul)

68. lisianara Soares (HSBC)

69. Lucilene Nazzari (Banrisul)

70. Luiz Marildo Murari (Bradesco)

71. Moacir João Tolazzi (Banrisul)

72. Paulo Garcia Telles (CEF)

73. Ricardo Luiz Muller (CEF)

74. Rosaly B. Favretto (Itaú)

75. Rozeli Golfetto (Itaú)

76. Sandra Mara Ortigara Maciel (CEF)

77. Simone Adriana Vesenick (CEF)

78. Sônia Mara Lanzini (Itaú)

79. Vanda M. Biazin Grzeidak (Caixa)

80. Vanessa Cristina Mofka (HSBC)

81. Vilson Luis Marchetto (Bradesco)

82. Wilson Gurski (Banrisul)

 

SEEB FREDERICO WESTPHALEN:

83. Celso Moisés Bortoluzzi (Banrisul)

84. Elissandro Lisik (Banrisul)

85. Fabio Martins Reis (Banrisul)

86. Luiz Roberto Gerber (Banrisul)

87. Rodrigo Bellé (Banrisul)

 

SEEB GUAPORÉ:

88. Elaine Maria Klein Pandolfo (Banrisul)

89. Idílio Luiz Bonez (Banrisul)

 

SEEB HORIZONTINA:

90. Almir Inácio Grubler (Banrisul)

91. Alvaro Gelatti (Santander)

92. Delmar Chitolina (Banrisul)

93. Delmar Rhesel (Banco do Brasil)

94. Diego Schmitt (Banrisul)

95. Dilso Fischer (Santander)

96. Elaine Schuster (Banrisul)

97. Guilherme Fergutz (Banrisul)

98. Helquio da Silva (Banco do Brasil)

99. Jorge Werlang (CEF)

100.        José Pinzon (Banco do Brasil)

101.        Juarez Paulo Braga Zamberlam (Banco do Brasil)

102.        Larry Antonio Baú (Banrisul)

103.        Lucio Reichert (Banrisul)

104.        Luiz Alfonso Sibrandi (Banco do Brasil)

105.        Luiz Pereira (Banrisul)

106.        Marli Maria Damke Notzold (CEF)

107.        Nelson Thomaz (Banco do Brasil)

108.        Selvino Welter (Banrisul)

109.        Sibila Ziegler (Banrisul)

110.        Valdir Fronza (Santander)

111.        Walter Câmara (Banrisul)

 

SEEB IJUí:

112.        Elisangela Docelina Peralta (Santander)

113.        Jean Ernesto Arais (Banrisul)

114.        João Pedro Riquinho (Banrisul)

115.        Moacir Scheuer Deves (CEF)

116.        Paulo Marcelo Scherer (Banco do Brasil)

117.        Rosane Elsa Michel Lisboa (Unibanco)

118.        Vilson Jendrzyczkowski  (Unibanco)

 

SEEB LAJEADO:

119.        Edson Luiz Kober (Banrisul)

 

SEEB OSÓRIO E LITORAL NORTE:

120.        Armindo Eduardo Köhler  - Bino (Santander Banespa)

121.        Carmen Rejane Ramos (Caixa)

122.        Dalmor Trevisan (Santander Banespa)

123.        Deise Terezinha Menezes da Rosa (Santander)

124.        Ivan da Silva Brito (Santander Meridional)

125.        José Clóvis Silveira dos Santos (Santander Banespa)

126.        José Sebastião Ferri de Oliveira (Banrisul)

127.        Luiz Carlos Quedes (Banrisul)

128.        Luiz Felipe Santos da Silva (Banrisul)

129.        Neí Glades de Francisco (CEF)

130.        Orlando Pedroso dos Santos (Banco do Brasil)

131.        Paulo Rogério da Silva Quintanilha (Bradesco)

132.        Sérgio Nogueira (Banrisul)

133.        Zenóbio Campos de Oliveira (Banrisul)

 

 

SEEB NOVO HAMBURGO:

134.        Alexsandro França (Santander)

135.        Andrades Diehl Filho (Bradesco)

136.        Everson Luis Gross (Bradesco)

137.        Ivo Rubi (Banco do Brasil)

138.        Joey S. S.de Farias (HSBC)

139.        Luis E. Dornelles da Silva (Banrisul)

140.        Nina Rosa Fassbinder (Banrisul)

141.        Paulo Valmir Souza (Itaú)

142.        Sergio Augusto Trindade Rodrigues (Banco do Brasil)

143.        Silvio Anízio Pedroso Rosa (Santander)

144.        Vilson Luiz Schneider (HSBC)

 

SEEB PASSO FUNDO:

145.        Carlos Alberto Dall Agnol (Banco do Brasil)

146.        Carlos Henrique Niederauer (Itaú)

147.        Dario Sidnei Delavy (ABN/Real)

148.        Giane de Lucca (Banrisul)

149.        Julio Montenegro (Santander)

150.        Nelson Antonio Fazenda (Banco do Brasil)

 

SEEB PELOTAS:

151.        Adalgiza Barbosa Silveira (Banrisul)

152.        Álvaro Barcelos (CEF)

153.        André Luis Santos Amaral (HSBC)

154.        Carlos Abreu Sica (Banrisul)

155.        Eliz Regina Marin Manetti (Bradesco)

156.        Fabio Silveira (Real)

157.        Gerson Rodrigues Silva (Banrisul)

158.        Jefferson Cordeiro (Bradesco)

159.        Joni Bersch (CEF)

160.        Luis Volnei Diogo (ABN Real)

161.        Mauro Carvalho Rodrigues (Bradesco)

162.        Paulo Avendano (Banco do Brasil)

163.        Ricardo Bochi (Bradesco)                        

164.        Roger Brum Peres (Bradesco)

165.        Rosangi Kegles (Banrisul)

 

SEEB PORTO ALEGRE:

166.        Ademir José Wiederkehr (Santander Banespa)

167.        Adenir de Lourdes S. de Souza (CEF)

168.        Alfredo Santana Vaz (Banrisul)

169.        Amanda Angélica Gonzales Cardoso (Caixa)

170.        Antonio Augusto Borges de Borges (Itaú)

171.        Antonio Borges (Marcantil de SP - Aposentado)

172.        Antônio Carlos Pirotti Pereira (Banrisul)

173.        Arizoli da Rocha Soares (Santander)

174.        Carlos Alberto Trasel (Caixa)

175.        Carlos Henrique de Almeida (Banrisul)

176.        Carlos Roberto C. da Silva (Unibanco)

177.        Carlos Rogério Teixeira (Banrisul)

178.        Carmem Lucia Guedes (Santander Meridional)

179.        Caroline S. Heidner (CEF)

180.        Cátia Cilene N. Nunes (Itaú)

181.        Célio Romeu dos Santos (Unibanco)

182.        Celso Danieli (Caixa)

183.        César Augusto S. Garcia (Unibanco)

184.        Clarice Stimamiglio (Banrisul)

185.        Claudete Marocco (Banrisul)

186.        Claudio Luiz Silveira (CEF)

187.        Claudio Morais Soares (Caixa)

188.        Clelio Luiz Gregory (Caixa)

189.        Cleto José Hubner (CEF)

190.        Cristiano Nessi Zacca (CEF)

191.        Cristina Beatriz Coimbra (CEF)

192.        Darci da S. Almeida (CEF)

193.        Devanir Camargo da Silva (Caixa)

194.        Edio Alberto Sponchiado (CEF)

195.        Edison Luis Amaral de Moura (Unibanco)

196.        Edson Ramos da Rocha (Bradesco)

197.        Eduardo Bitencourt (Banrisul)

198.        Eduardo Cadoná (Banrisul)

199.        Eduardo Munhoz Baptista (Itaú)

200.        Elaine Figueiró Scott (Unibanco)

201.        Eliane Píccoli Galvão (BIC)

202.        Elisa Aparecida da Silva Farias (Banrisul)

203.        Emirson Lopes da Silva (Unibanco)

204.        Enio Paulo Leal Wortmann (Unibanco)

205.        Ernesto Humberto Santos (Unibanco)

206.        Estevan de Campos (Banco do Brasil)

207.        Everton de Morais Gimenis (Bradesco/Mercapaulo)

208.        Fabio Soares Alves (Banrisul)

209.        Firmo R. da Trindade (Caixa)

210.        Flavio José Pastoriz (Banco do Brasil)

211.        Flavio Luis Gomes de Oliveira (Banrisul)

212.        Flavio Luis Lemos da Rosa (Unibanco)

213.        Francisco Barcelos (Banrisul)

214.        Francisco Gomes Pereira (Banco do Brasil)

215.        Francisco Magalhães (CEF)

216.        Francisco Satyro Valente Neto (Caixa)

217.        Geraldo Xavier Brochado (CEF)

218.        Gilberto de Abreu Guimarães (Banrisul)

219.        Gilmar Bagatini (Unibanco)

220.        Gilmar Cabral Aguirre (CEF)

221.        Gilnei Vestfal (Bradesco)

222.        Giovane Loureiro (CEF)

223.        Guaracy P. Gonçalves (Caixa)

224.        Guliver Maffer Machado (CEF)

225.        Gustavo Maximiano C. Leal (Caixa)

226.        Helio César Rodrigues (Banrisul)

227.        Heloisa Feiten  (Banco do Brasil)

228.        Hugo Weber (CEF)

229.        Ilton Freitas (Banrisul)

230.        Irene Koscivk (BRDE)

231.        Irineu Roque Zolin (Banco do Brasil)

232.        Isis Garcia Marques (Unibanco)

233.        Iuri Jadovski (CEF)

234.        Jailson Bueno Prodes (Caixa)

235.        Jairo Severo Soares (Unibanco)

236.        Jarbas Moreira da Silva (HSBC)

237.        Jesualda Lanzini Prado (Caixa)

238.        Joelci de Souza Alianiello (BRDE)

239.        Jordana Pelisoli (Banco do Brasil)

240.        Jorge Alberto A. Quadros (CEF)

241.        Jorge Almir Paz (Banrisul)

242.        Jorge Luis Lucas (HSBC)

243.        José Carlos Ledur (Banrisul)

244.        José Luiz Euzébio (HSBC)

245.        José Orlando Ribeiro (HSBC)

246.        José Tadeu Miranda (Banrisul)

247.        Juberlei Baes Bacelo (Santander Meridional)

248.        Julio Cesar Soares Vivian (Banco do Brasil)

249.        Letícia da Silva Lara (Unibanco)

250.        Ligia Maria Sa Campão (CEF)

251.        Ligia Pigatto Pereira (Banrisul)

252.        Luciano Figueiredo Oliveira (Banco do Brasil)

253.        Lucio Mauro Paz Barros (HSBC)

254.        Luis Alberto Candia Ramirez (CEF)

255.        Luis Gustavo Vargas Soares (Bradesco)

256.        Luiz Antonio Sofiati (Mercantil do Brasil)

257.        Luiz Carlos Gabril (Unibanco)

258.        Luiz Renato Serrasol Pascal (Banrisul)

259.        Marcela Nunes de Aguiar (CEF)

260.        Marcelo Ferreyro Paladim (Bradesco)

261.        Marcelo Marimon Gonçalves (Caixa)

262.        Márcia Dresch de Oliveira (Banrisul)

263.        Marco A. da Silva Rodrigues (Banrisul)

264.        Marcos Leite de Matos Todt (Caixa)

265.        Marisa Pereira Pedroso (Banrisul)

266.        Marisa Zancan Godói (CEF)

267.        Maristela Rocha (Caixa)

268.        Marsinho Susin (HSBC)

269.        Matheus da Silva Crespo (Banrisul)

270.        Maurício Iser Amorim (Unibanco)

271.        Mauro Rui Tellito Cardenas (Banco do Brasil)

272.        Mauro Salles Machado (Santander Meridional)

273.        Natalina Rosane Gue (ABN Real)

274.        Nadir José Damo (BRDE)

275.        Nerci Caumo (Santander Banespa)

276.        Neri José Postay (Unibanco)

277.        Nilton Correa Gomes (Bradesco)

278.        Noé Silva Neto (Banrisul)

279.        Paulo Daisson Gregório Casa Nova (Caixa)                 

280.        Paulo Ricardo Belotto (Caixa)

281.        Paulo Roberto Carpenedo (CEF)

282.        Pedro Luiz Maciel Alves da Silva (Mercantil do Brasil)

283.        Rafael Amorim de Amorim (Banrisul)

284.        Ricardo Luiz da Rocha Christino (Caixa)

285.        Ronaldo Zeni (Banco do Brasil)

286.        Roni Porto d’Avila (Rural)

287.        Rosimar Bentes Ribeir (CEF)

288.        Ruben Danilo de A. Pickrodt (CEF)

289.        Sandra Maria de Faria (CEF)

290.        Sandro Artur Ferreira Rodrigues (Unibanco)

291.        Sandro Dias Fernandes (CEF)

292.        Sergio Aveline Squeff (CEF)

293.        Sergio Eduardo Aragão Teixeira (Santander Banespa)

294.        Sergio Martins Zieger (CEF)

295.        Simone Wünsch (Banrisul)

296.        Solema Bissaco (Banrisul)

297.        Tania Mara O. do Prado (Banrisul)

298.        Tatiana Pires Cerveira (CEF)

299.        Tiago Vasconcellos Pedroso (CEF)

300.        Vanderlei Cezar Gamalho (Unibanco)

301.        Vera Lucia Reck Araújo (Caixa)

302.        Vladimir Abreu Dozza (Santander Meridional)

303.        Welf Madruga Povoa (Santander)

 

SEEB RIO GRANDE:

304.        Cláudio José Weykamp Damas (Santander)

305.        Francisco A.  F. da Costa (ABN Real)

306.        Hilda Teixeira (Banrisul)

307.        João de Deus da Silva Branco (Itaú)

308.        Nara Maria Weymar Serpa (Bradesco)

309.        Paulo Antônio L. Chaves (Banrisul)

310.        Paulo Bastos Noronha (Banco do Brasil)

 

SEEB RIO PARDO:

311.        Enio Nélio Pfeifer Friedrich (Banco do Banco)

 

SEEB ROSÁRIO DO SUL:

312.        Andréa Machado de Pietro Jensen (Bradesco)

 

SEEB SANTA CRUZ DO SUL:

313.        Aldair Bandeira da Silva (Santander Meridional)

314.        Benjamin Cilon V. Assunção (Caixa)

315.        Cândido Castro Machado (Unibanco)

316.        Cássio Alberto Arend (Banco do Brasil)

317.        Célia Margit Zingler (Caixa)

318.        Gilmar Freitas Soares (Itaú)

319.        João Carlos Heissler (Banrisul)

320.        Magali Farinon (Caixa)

321.        Silvio Santos Lima (Bradesco)

 

SEEB SANTA MARIA:

322.        Alexandre Soares dos Santos (Bradesco)

323.        Alisson Giuliani (Banco do Brasil)

324.        Altevir Rodrigues Viana (Banrisul)

325.        Altivo Goularte Rodrigues (CEF)

326.        Ana Regina Silveira de Oliveira (Banrisul)

327.        Anaurelino Edenir Rodrigues Oliveira (Caixa)

328.        Antônio Tadeu Menezes (Banrisul)

329.        Athos Ronaldo M. da Cunha (Caixa)

330.        Bruno Casol Brum (Banco do Brasil)

331.        Carlos Augusto Vargas da Silva (Bradesco)

332.        Cezar Augusto Simões dos Santos (Banco do Brasil)

333.        Claudenir Teixeira Freitas (ABN/Real)

334.        Clóvis Luiz Fontoura (Banrisul)

335.        Dagoberto Tagarra Basso (Banrisul)

336.        Esmeraldino Machado (Banrisul)

337.        Evaldo de Freitas (Banco do Brasil)

338.        Fabiano Xisto da Silva (Banco do Brasil)

339.        Gilberto Natal Bichueti (Banrisul)

340.        Gilso Mario Rampelotto (Banco do Brasil)

341.        Jaime Sarda Aramburu (CEF)

342.        Ligia Beatriz Bozzi Tonetto (Banrisul)

343.        Marcello Husek Carrión (CEF)

344.        Márcia Gonçalves Dias (Banrisul)

345.        Marcos Paulo A. Friedrich (Banrisul)

346.        Maria de Fátima Barcelos (Banrisul)

347.        Maria de Fátima Rodrigues (Banrisul)

348.        Milânia Gaube Messias (Santander Meridional)

349.        Rejane Gomes (Banrisul)

350.        Paulo Roberto Stekel (Santander)

351.        Saul Gonçalves de Almiron (Itaú)

 

                SEEB SANTA ROSA:

352.        Adriana Donini (Banco do Brasil)

353.             Ana Maria Habb (Banco do Brasil)

354.             Candida Somensi (Banco do Brasil)

355.             Edson Antônio Liberali (Banrisul)

356.             Giselda Grzeca Diesel (Bradesco)

357.             Jorge Eduardo Franco Taborda (Banco do Brasil)

358.             Lidia Motter Pizoni (Unibanco)

359.             Milton Baron (Caixa)

360.             Nara V. trilha Belmonte (Banco do Brasil)

361.             Paulo Valneri Schmidt (Itaú)

362.             Ricardo de Ávila Fernandes (Banrisul)

363.             Valdir Pigato (Banrisul)

 

SEEB SANTANA DO LIVRAMENTO:

364.             Jorge Paulo Gomez Pedra (Itaú)

365.        Nilo Pires Siega (Banrisul)

366.        Silvia Helena A. Peres (Itaú)

367.        Sonia Echeverria Machado (Bradesco)

368.        Wanderlei Morelli Gomes (Itaú)

 

SEEEB SANTIAGO:

369.        Alcides C. Filho (Banrisul)

370.        Edmilson Walmir P. do Amaral (Banrisul)

 

SEEB SANTO ÂNGELO:

371.        Almiro Antônio Copetti (HSBC)

372.        Arlindo Antonio Bertolo (CEF)

373.        Carlos Alberto Ramires Flores (HSBC)

374.        Carlos Gidion Gonçalves Balbé (Banco do Brasil)

375.        Carmen Narcisa Dalmaso (Banrisul)

376.        César Alberto Rutz (CEF)

377.        Cezar Augusto J. Zaltron (Bradesco)

378.        Clovis João Ritter (Itaú)

379.        Cristiane Martins (Unibanco)

380.        Dagoberto Dorneles dos Santos (Banrisul)

381.        Marilene Brandão Seival (Banrisul)

382.        Mauro José Mânica (Bradesco)

383.        Rudimar Biermann da Luz (Banco do Brasil)

384.        Vera Lúcia Gindri Bueno (CEF)

385.        Wanda Falkowski Burkard (Banrisul)

 

SEEB SÃO BORJA:

386.        Eracema Camargo (Banrisul)

387.        Gilmar Almeida (Bradesco)

388.        Jânio Antonio Berni de Brum (Banrisul)

389.        José Everson Billar de Oliveira (HSBC)

390.        Marlise Lopes (Itaú)

391.        Zig Terezinha Schneider de Oliveira (Bradesco)

 

SEEB SÃO GABRIEL:

392.        João Ernesto Baldisera Nunes (Bradesco) 

393.        José Paulo Pires Lopes (Banco do Brasil)

 

SEEB SÃO LUIZ GONZAGA:

394.        Antonio Augusto Medeiros (Bradesco)

395.        Carlos Alberto Garcia (Banco do Brasil)

 

SEEB VACARIA:

396.        Leandro Zamboni Teles (Bradesco)

397.        Paulo Cesar Hermani (Bradesco)

398.        Roberto Lanes Soares Vieira (Banrisul)

 

 

SEEB VALE DO CAÍ:

399.        Elói Assmann (Santander)

400.             Gelson Schaffer (Banrisul)

401.             Mário Francisco Winter (Banco do Brasil)       

402.             Rui Daniel Ferreira de Moura (Bradesco)        

403.             Sônia Maria de B. Espíndola (Banrisul)

 

                  SEEB VALE DO PARANHANA:

404.        Adão Julci (Banrisul)

405.             Ana Maria Betim Furquim (Banrisul)

406.             André Luiz Seefeld (Banrisul)

407.             Arlete Silveira Malta (Bradesco)

408.             Clarinda Leni Wagner (Banrisul)

409.             Dirceu Davila Sampaio (CEF)

410.             Elácio Elizeu Heidrich (Banrisul)

411.             Francisco Carlos Dutzig (Santander)

412.             Gisandro Todescatt Santos (Banco do Brasil)

413.             Janice Franzen Muller (Santander)

414.             Jorge Brizola Tavares (CEF)

415.             Juliana Oberherr Brodbeck (Santander)

416.             Marcelo Bockmann (Banrisul)

417.             Marlene Teresinha Montemezzo Dallaqua (Bradesco)

418.             Nilto da Cruz Escobar (Caixa)

419.             Percival Mosmann de Oliveira (CEF)

420.             Priscila Maio da Silva (CEF)

421.             Roan Carlos Boff (Caixa)

422.             Rui do Amaral Meira (Banrisul)

423.             Tânia F. Teixeira (Bradesco)

424.             Valdir do C. Evaristo (Banrisul)

425.             Vitor Marcelo Sprandel (Unibanco)

 

FEEB-RS:

426.                  Amaro Silva de Souza (Banrisul)

427.                  Arnoni Hanke (Unibanco)

428.                  Carlos Augusto Oliveira Rocha (Banrisul)

429.                  Dense Falkenberg Corrêa (Banrisul)

430.                  Elói Valdir Horst (Banco do Brasil)

431.                  Jorge Vieira da Costa (HSBC)

432.                  Luiz Carlos dos Santos Barbosa (Santander)

 

XII – NÚMEROS DA CONFERÊNCIA

 

Total de 432 delegados(as): 322 homens e 110 mulheres, divididos em:

            POA: 138 delegados(as): 106 homens e 32 mulheres

            Interior e FEEB-RS: 294 delegados(as): 217 homens e 77 mulheres

 

Delegados(as) da Caixa: 87 (61 homens e 26 mulheres)

            POA: 47 (34 homens e 13 mulheres)

            Interior: 40 (27 homens e 13 mulheres)

 

Delegados(as) do Banco do Brasil: 56 (48 homens e 8 mulheres)

            POA: 10 (8 homens e 2 mulheres)

            Interior e FEEB-RS: 46 (40 homens e 6 mulheres)

 

Delegados(as) do Banrisul: 125 (86 homens e 39 mulheres)

            POA: 29 (20 homens e 9 mulheres)

            Interior e FEEB-RS: 96 (66 homens e 30 mulheres)

 

Delegados(as) de Bancos Privados: 159 (123 homens e 36 mulheres)

            POA: 48 (41 homens e 7 mulheres) 

            Interior: 111 (82 homens e 29 mulheres)

 

Delegados(as) do BRDE: 3 (1 homem e 2 mulheres) de POA

 

Delegados(as) de Sicredi: 2 (1 homem e 1 mulher) do Interior

 

 

 

 

 

XIII - EQUIPE DE APOIO E SERVIÇOS

 

a)     Organização e Infra estrutura:

(Funcionárias(o) da FEEB-RS)

 

- Ana Maria Nassinhack

- Cida Oliveira

- Sandra Veiga

- Paulo Ricardo Dias

 

b) Imprensa

 

- Jornalista: Marisane Pereira (Assessora de Imprensa da FEEB-RS)

 

b) Fotografia

- Fotógrafo: Nede Losina (Projeto Contato Escola e Estúdio Fotográfico Ltda)

 

c) Equipe de Som:

- RC Sonorização & Audiovisuais (Lucas e João)

 

d) Local:

 

                        Hotel Embaixador, Rua Jerônimo Coelho, 354, Centro de Porto Alegre.